Viajar sozinha para a Turquia: é possível, e é encantador!

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A coluna “Eu vou sozinha” está aqui para quebrar o tabu e inspirar as mulheres a saírem por esse mundo sozinhas – seja para desbravar, para se conhecer, para sair da zona de conforto ou só porque não conseguiu uma companhia para as férias. Vamos entrar na corrente por um mundo mais aberto e respeitador em que todas nós possamos transitar sem esquentar a cabeça! Essa semana, conheça a experiência da Patricia, que se encantou pela Turquia:

Viajar sozinha nunca foi um tema na minha vida. Sempre se deu de maneira natural. Como se fosse algo que eu não precisasse pensar muito para fazer. Era lógico.

Por conta disso, sempre foi um hábito, que me renderam histórias e vivências bem diferentes.

É quase um exercício que me mantém Xovem! Muay tai, yoga e afro? Que nada. Dublin, Praga, Berlin, Amsterdan e Bruxelas pra aquecer!

Nunca mais parei. Perdi um monte de medos e aprendi a calcular riscos. Além de, claro, pensar positivo e estar aberta para que boas pessoas e coisas apareçam pelo caminho.

Uma viagem lendária foi à Turquia. Entre decidir ir e estar lá se passaram 15 dias e um pai quase enfartado. Nesse caso, eu tinha lido blogs de meninas que viajam sozinhas que me deixaram bem tranquila e confiante!

E foi M A R A V I L H O S O. Cheguei em Istanbul à noite, o que não te permite captar o ritmo da cidade de cara. E achei uma loucura, com o trânsito desorganizados e a sensação que as pessoas não falavam e sim cantavam meio bravas.

Cheguei num hostel delicioso, onde eu me comunicava com o até hoje amigo de facebook pelo Google Translator. 

Acordei com um café da manhã turco demorado com torradas, ovos cozidos, tomate e mel seguido por um cigarro e a vista da Haya Sofia e mesquita Azul. #amohostelwithaview

Pronto, tava apaixonada. 

Desci as escadas, comecei a andar pelas ruas e de repente tinha virado a Gisele Bundchen sem nem perceber! Os homens falam muito com mulher sozinha, cortejam, oferecem todos os chás do paraíso, mas na verdade eles só querem te vender tapete! Apesar do assédio, não me sentia insegura.

Viajar sozinha para a Turquia

Na Haya Sophia | Foto: arquivo pessoal

Um lugar que me fez questionar minhas verdades e valorizar as escolhas culturais completamente diferentes da minha. 

Muitos cafés, gamão com narguilé, iogurte na comida, mesquitas e Rakis depois, fui para a Capadócia.

Cheguei de ônibus, ao amanhecer, e os balões estavam subindo no meio das formações rochosas. Pronto, claro, me apaixonei novamente.

Viajar sozinha para a Turquia

Como não se apaixonar? | Foto: Patricia Graf

Cheguei no hostel, tomei o mesmo café da manhã de todo dia, agora com os balões descendo, e saí em busca de emoção. 4X4 por Goreme, com direito a pôr do sol depois de trilhas lindas sem limite de velocidade!

O dia seguinte era pra sentir a cidade,  que é tipo a Chapada. Um lugar turístico, feito pela natureza e por pessoas de boa! Aproveitei para ir para às outras vilas, com menos turismo e mais bares de locais. 

Viajar sozinha para a Turquia

Pela Capadócia | Foto: arquivo pessoal

A cidade é mágica, pelos balões, claro, e também suas uvas pelas ruas e seus vinhos que são de tomar de joelhos.

Foi mais uma viagem que me fez ter certeza de escolher bons caminhos e de sempre olhar duas vezes antes de ir por ele.

O que achou? Conta aqui pra gente :)

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Sobre o autor

Patricia Graf

Vive por ideias e ideais, milionária dos sonhos, idealizadora do Uvaia Hostel e feliz por fazer parte da família Lenergie. Cada centavo que ganha tem propósito: conhecer o mundo!